‘Cidade Proibida’: O Rio nos anos 50

Foto de Vladimir Brichtae  Regiane Alves, como Zózimo e Marli

Ambientada no Rio de Janeiro, na década de 50, Cidade Proibida, nova série da Globo, vai ser rodeada de histórias de traição, paixão, ciúme, crime, suspense e mistério. Com mulheres fatais e homens violentos vivendo em uma cidade rica, charmosa, elegante e perigosa, a trama traz as aventuras e desventuras do detetive particular Zózimo Barbosa (Vladimir Brichta).
Por frequentar e desvendar esse mundo do luxo – tão diferente do seu – Zózimo se vê em um universo extremamente fascinante.

O quarteto
Ex-policial, Zózimo decide trabalhar sozinho e se especializa em investigar casos extraconjugais. De quebra, acaba sempre se envolvendo com as belas clientes. No dia a dia das investigações – entre uma tocaia atrás de um amante e um chope no Bar Sereia, ponto de encontro dos personagens principais na trama – Zózimo conta com a ajuda da garota de programa Marli (Regiane Alves), do corrupto delegado Paranhos (Ailton Graça) e do malandro e sedutor profissional, que atende pelo nome de Bonitão (José Loreto).
O quarteto está sempre disposto a ouvir as lamúrias e conquistas uns dos outros, mas nem sempre oferecem a melhor contribuição. O grupo é o retrato do submundo carioca da época.

A cada semana, novos casos a serem descobertos e novos atores convidados.
Tem Irmãs gêmeas trocando de lugar, mulher com amante investigando detetive, marido frustrado com a fidelidade da esposa.
Na lista de participações estão nomes como Giovanna Antonelli, Claudia Abreu, Débora Nascimento, Mariana Ximenes, Andrea Beltrão, Letícia Colin, Alice Wegman, Fabiula Nascimento, Maeve Jinkings, Mariana Lima, Rita Elmôr, Georgiana Goes e Bete Coelho. Além de José de Abreu, Thiago Lacerda, Kleber Toledo, Miguel Falabella, Marco Ricca, Gabriel Braga Nunes, Caio Blat, Otavio Muller, Marcelo Faria, Danilo Grangheia, Marat Descartes, Daniel Rocha, Bruno Gagliasso e Michel Melamed.

Cidade Proibida, com estreia em 26 de setembro de 2017, às 22h30, é uma série de Mauro Wilson e Mauricio Farias, com direção artística de Mauricio Farias e redação final de Mauro Wilson.

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